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Lobo Antunes adaptado ao cinema em iniciativa inédita
O décimo romance de António Lobo Antunes, “A morte de Carlos Gardel”, está a ser adaptado ao cinema pela realizadora sueca Solveig Nordlund.Publicado em 1994, “A morte de Carlos Gardel” é o testemunho a várias vozes do abismo da morte – mais do que a falência do corpo, a morte de mitos, ideias e aspirações românticas.Através de um conjunto de relatos emaranhados numa teia de recordações, ressentimentos e resignação, o livro dá conta do declínio e da morte de Nuno, um jovem toxicodependente, e do esvaziamento de sentido das vidas que com ele se cruzam. Percorrendo a história, a negação da morte de Carlos Gardel, rei do tango e expressão de afeto de toda uma legião de admiradores.No filme a personagem de Nuno é interpretada por Carlos Malvarez. O elenco é ainda formado por nomes como Ruy de Carvalho, Rui Morisson, Teresa Gafeira, Albano Jerónimo, Elisa Lisboa, Elmano Sancho, Joana de Verona, Maria João Pinho, Diogo Dória e Joana Bárcia.Nordlung será fiel à estrutura do livro, com a sequência de relatos dividida em cinco partes, cada uma com o nome de um tango de Gardel.A vida e obra de Lobo Antunes tinha já sido alvo do documentário “Escrever, Escrever, Viver” (Midas Filmes, 2009), da mesma realizadora.
Lobo Antunes adaptado ao cinema em iniciativa inédita

Publicado em 1994, “A morte de Carlos Gardel” é o testemunho a várias vozes do abismo da morte – mais do que a falência do corpo, a morte de mitos, ideias e aspirações românticas.
Através de um conjunto de relatos emaranhados numa teia de recordações, ressentimentos e resignação, o livro dá conta do declínio e da morte de Nuno, um jovem toxicodependente, e do esvaziamento de sentido das vidas que com ele se cruzam. Percorrendo a história, a negação da morte de Carlos Gardel, rei do tango e expressão de afeto de toda uma legião de admiradores.
No filme a personagem de Nuno é interpretada por Carlos Malvarez. O elenco é ainda formado por nomes como Ruy de Carvalho, Rui Morisson, Teresa Gafeira, Albano Jerónimo, Elisa Lisboa, Elmano Sancho, Joana de Verona, Maria João Pinho, Diogo Dória e Joana Bárcia.
Nordlung será fiel à estrutura do livro, com a sequência de relatos dividida em cinco partes, cada uma com o nome de um tango de Gardel.
A vida e obra de Lobo Antunes tinha já sido alvo do documentário “Escrever, Escrever, Viver” (Midas Filmes, 2009), da mesma realizadora.
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